Babà Milton ti Òiyà

Babà Milton ti Òiyà

Perfis Associados

Site: www.aseoiyafuninika.com.br
Facebook: www.facebook.com/baba.miltontioiya

É Kààbó Ónilè Òiyà - "Sejam bem vindos ao mundo de Iansã!"

MISSÕES VISÕES E VALORES

1. Desenvolver o crescimento religioso Afrobrasileiro.

2. Propagação de suas Divindades - Os Orisás.

3. Conscientização da devida utilização dos Recursos Naturais - fauna, flora e hídricos.

4. Divulgar o Candomblé com Religião de Matriz Africana reconhecida pela Constituição Brasileira.

5. Estimular dentro dos conceitos Candomblecistas, o crescimento e equilibrio espiritual em seus seguidores e adéptos.

“Héèpà, Oiya Olómo Mesan, Ibá Re Ò!” Eeepa Oiya, que tem nove filhos, eu te saúdo!

“Héèpà, Oiya Olómo Mesan, Ibá Re Ò!” Eeepa Oiya, que tem nove filhos, eu te saúdo!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Èbòrà Ògùn


OGUN

DIA: Terça-Feira

CORES: Verde ou Azul-escuro, Vermelho (algumas qualidades)

SÍMBOLOS: Bigorna, Faca, Pá, Enxada e outras ferramentas

ELEMENTOS: Terra (florestas e estradas) e Fogo

DOMÍNIOS: Guerra, Progresso, Conquista Tecnologia e Metalurgia

SAUDAÇÃO: Ògún Iyeé!!


Ogum (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protector do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins.

Orixá conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogum.

Entre os muitos Estados conquistados por Ogum estava a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após matar o rei e substituí-lo pelo seu, próprio filho, regressando glorioso com o título de Oníìré, ou seja, Rei de Iré.

Não é por acaso, portanto, que nas orações dedicadas a Ogum o medo fica tão evidente e a piedade é um pedido constante, pois como diz uma das suas cantigas:


Ògún pá lélé pá
Ògún pá ojaré
Ògún pá, ejé pá
Akoró ojaré.

Ogum mata com violência
Ogum mata com razão
Ogum mata e destrói completamente.


Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé.

Ogum é um orixá importantíssimo em África e no Brasil. A sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último imolé.

Os Igba Imolé eram os duzentos deuses da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos deuses da esquerda.

Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.

Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ogum é amado.

Espada! Eis o braço de Ogum.

Características dos filhos de Ogum

Fisicamente, os filhos de Ogum são magros, mas com músculos e formas bem definidas. Compartilham com Exu o gosto pelas festas e conversas que não acabam e gostam de brigas. Se não fizerem a sua própria briga, compram a dos seus camaradas.

Sexualmente os filhos de Ogum são muito potentes; trocam constantemente de parceiros, pois possuem dificuldade de se fixar a uma pessoa ou lugar.

São do tipo que dispensa um confortável colchão de molas para dormir no chão; gostam de pisar a terra com os pés descalços. São pessoas batalhadoras, que não medem esforços para atingir os seus objectivos, são pessoas que mesmo contrariando a lógica lutam insistentemente e vencem.

Não se prendem à riqueza, ganham hoje, gastam amanhã. Gostam mesmo é do poder, gostam de comandar, são líderes natos. Essa necessidade de estar sempre à frente pode torná-los pessoas egoístas e desagradáveis, mas nem sempre.

Geralmente, os filhos de Ogum são pessoas alegres, que falam e riem alto para que todos se divirtam com suas histórias e que adoram compartilhar a sua felicidade.

OS 3 GUERREIROS DE BRANCO


JÁ JAGUN E AJAGUNA
O Nascimento dos 3 Guerreiros Brancos Contam os itans (lendas), que os 3 Guerreiros Brancos, Já, Jagun e Ajagunan, foram gerados do sêmem de Oxalufã dentro do casco do Igbin (caramujo), considerados portanto filhos de Oxalufã. Portanto a Ligação dos 3 irmãos é muito grande nos enredos de santo. Todas as pessoas que são iniciadas para esses Orixás, tem que saber o quanto é importante arrumar todo o seu complexo de Orixás Funfun (Brancos) (pois estes Orisás, não existem sem um conjunto), são ligados entre si, á Yemanjá e principalmente a Osalufa e Ayrá, pois em uma determinada época os 3 irmãos Guerreiros: Já, Jagun e Ajagunan entram novamente no casco do Igbin (deixando a vida de seus filhos parada, estagnada por um periodo) e só quem reaquece a vida da pessoa tirando-a da estagnação é Ayrá. E os filhos destes Orisás podem sempre que puderem estar arriando uma comida a Ayrá para que ele mantenha sua vida sempre próspera e fluindo. Jagun teve ligaçao com as terras de Mahí sim ele foi para terras de Sakpatá, Besen e Nanã,pois conta se um itan que Jagun,Já e Ajagunan eram grande guerreiros e nao perdia uma batalha,um belo dia eles foram guerria contra umas das cidades de Osun (Osogbo)Osun detentora dos poderes de ÍyáMí, ela foi avisada pelas Ajés que os 3 guerreiros iriam invadir suas terras, Osun muito esperta foi até Ifá,ele mandou ela fazer uma oferenda a Osalá com 8 igbís e o casco dos igbís ela fizece um pó(Atin)e soprace nas entradas da cidade.Assim ela fez,logo + tarde os tres guerreiros chegaram quando se deparou com as entradas das cidades ele ficarao cegos e tontos por horas..Nisso eles se perderao um do outro ai que aconteceu de Jagun chegar as terras de Sapatá(Obalwaye)..Jagun la encontrou Osayn,que lhe fez varias infusoes de folhas para curar Jagun da ceguerira e do mal estar...Com issu Jagun passou a ter grande ligaçao com Ossayn a ponto de Ossayn da lhe o segredo da cura pelas ervas..La tambem Jagun conheceu Yewá que foi a mulher que ele se apaixonou e ainda teve um filho..Então Jagun por anos e anos viveu em na terras dos Vodus,junto com a familia unjí..Com issu ele adquiriu muitos abitos iguais e passou a comer certas comidas que eles comiao.Mas memsmo assim Jagun sempre se vestiu de branco e nunca tampou seu rosto de palha como Obalwaye.

terça-feira, 22 de junho de 2010

ADAHUN OGUN - Junho de 2010

ODUN MERINLÀ DE BABÀ MILTON E OBRIGAÇÃO DE CARGOS - 2008

1ª foto: Babà Renato dando rhun em Oiyà
3ª foto: Oiyà com seu balaio
5ª foto: discurso de Babá Renato ti Logunede
6ª e 7ª fotos: Oloiye e Ajoiye com Oiyà

terça-feira, 8 de junho de 2010

EQUIPE ASSOIYA e AMIGOS



 
1ª Foto: Ajoiye Jordanna, Egbome Sandra e Iyá Fátima
2ª Foto: Babá Milton, Ajoiye e Egbome Fábio
3ª Foto: Amigos Igor e Danilo
4ª Foto: Welston, Ogan Rodrigo, Asoguns Hercule e Magno
5ª Foto: Ajoiye e Dofona Mariana
6ª Foto: Babá Renato (Zelador de Babá Milton
7ª Foto: Asogun Hercule e Babá Milton
8ª Foto: Ekeji Jurlei (ao lado de Babá Milton)
9ª Foto: Amigo Pegigan Elton (de preto)
10ª foto: Egbome Fabio ti Oiyà

quarta-feira, 2 de junho de 2010

LENDA DE ESÚ


                                                                                                                                                              Exu exige ser o primeiro a ser cultuado

Exu era o irmão mais novo de Ogum, Odé e outros orixás.Era tão turbulento criava tanta confusão que um dia o rei já não suportando sua malfazeja índole, resolveu castigá-lo com severidade. Para impedir que fosse aprisionado, os irmãos o aconselharam a deixar o país. Mas enquanto Exu estava no exílio, seus irmãos continuavam a receber festa e louvações. Exu não era mais lembrado, ninguém tinha notícias de seu paradeiro. Então, usando mil disfarces, Exu visitava seu país, rondando, nos dias de festa, as portas dos velhos santuários.
Mas ninguém o reconhecia assim disfarçado e nenhum alimento lhe era ofertado. Vingou-se ele, semeando sobre o reino toda a sorte de desassossego, desgraça e confusão.Assim o rei decidiu proibir todas as atividades religiosas, até que descobrissem as causas desses males. Então os babalorixás reuniram-se em comitiva e foram consultar um babalaô que residia nas portas da cidade. O babalaô jogou os búzios e Exu foi quem falou no jogo. Disse nos odus que tinha sido esquecido por todos. Que exigia receber sacrifícios antes do demais e que fossem para ele os primeiros cânticos cerimoniais. O babalaô jogou os búzios e disse que oferecessem um bode e sete galos a Exu.
Os babalorixás caçoaram do babalaô, não deram a menor importância às suas recomendações e ficaram por ali sentados, cantando e rindo dele. Quando quiseram levantar-se para ir embora, estavam grudados nas cadeiras. Sim era mais uma das ofensas de Exu!
O babalaô então pôs a mão no ombro de cada um e todos puderam levantar-se livremente. Disse a eles que fizessem como fazia ele próprio: que o primeiro sacrifício fosse para acalmar Exu. Assim convencidos, foi o que fizeram os pais e mães-de-santo, naquele dia e sempre desde então.
Laroiye Esú. Mojubá!



quinta-feira, 27 de maio de 2010

LENDA de OKO e OGUN

Orixá Oko cria a agricultura com ajuda de Ogum.

No princípio, havia um homem que se chamava Oko, mas Oko não fazia nada o dia todo, não havia o que fazer, simplesmente. Quando os alimentos na Terra escassearam, Olorum encarregou Oko de fazer plantações, que plantassem inhame, pimenta, feijão e tudo mais que os homens comem.

Oko gostou de sua missão, ficou todo orgulhosos, mas não tinha a menor idéia de como executá-la, até que viu, debaixo de uma palmeira, um rapaz que brincava na terra, com um graveto ele revolvia a terra e cavava mais fundo, Oko quis saber o que fazia o rapaz. “Preparando a terra para plantar, para plantar as sementes que darão as plantas”, explicou o rapaz de pele reluzente. “Que sementes, se nem plantas ainda há?”, perguntou, incrédulo, Oko. “Nada é impossível para Olodumare”, foi a resposta.

Começaram então a cavar juntos a terra, o graveto que usavam como ferramenta quebrou-se e passaram então a usar lascas de pedra, o trabalho, entretanto, não rendia e Oko saiu a procura de alguma maneira mais prática.

Outro dia, quando Oko voltou sem solução, o rapaz tinha feito fogo, protegendo-o com lascas de pedra, viram então que a pedra se derretia no fogo. A pedra líquida escorria em filetes que se solidificavam. “Que ótimo instrumento para cavar!”, descobriu efusivamente o inventivo rapaz. Ele pôde então usar o fogo e fazer lâminas daquela pedra, e modelar objetos cortantes e ferramentas pontiagudas.

Ele fez a enxada, a foice e fez a faca e a espada e tudo o mais que desde então o homem faz de ferro para transformar a natureza e sobreviver. O rapaz era Ogum, o Orixá do Ferro. Juntos resolveram a terra e plantaram e os alimentos foram abundantes.

E a humanidade aprendeu a plantar com eles, cada família fez a sua plantação, sua fazenda, e na Terra não mais se padeceu de fome, e Oko foi festejando como Orixá Oko, o Orixá da Fazenda, da plantação, pois fazenda é o significado do nome Oko.

E Ogum e Orixá Oko foram homenageados e receberam sacrifícios como os patronos da agricultura, pois eles ensinaram o homem a plantar e assim superar a escassez de alimentos e derrotar a fome.

Salve Babá mi Oko e Babá mi Ogun!